Boas maneiras
- 3 de jan. de 2018
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Atualizado: 22 de ago. de 2018
. É inegável dizer que para muitos ela ainda é vista como frescura. Pura e simples frescura. É encarada assim pelos que a consideram apenas um protocolo cheio de regrinhas sem fundamento - que ao invés de simplificarem, complicam a nossa vida: usar a faca com a mão direita, dobrar as folhas da salada ao invés de cortá-las (sim, dobrar é o correto!), sempre limpar delicadamente a boca com o guardanapo antes de beber algo durante a refeição, conhecer e respeitar os códigos de vestimenta, como oferecer e receber presentes, entre outras coisas.
A princípio, esses detalhes podem parecer frescura ou futilidade, mas não são. Eu os classifico como a parte da etiqueta que chamo de acabamento (a outra é o alicerce). Encare assim: você não vai morrer se não usar os talheres adequadamente, mas se o fizer (assim como se souber outras regras de etiqueta), tenha certeza que se sentirá mais segura e confiante em sua vida social e profissional. É bem possível, ainda, que sua auto-estima aumente quando sua chefia elogiá-la por vestir-se tão adequadamente aos padrões da empresa. Convenhamos, não há nada de frescura em atingir resultados tão positivos, não é mesmo, querida leitora? Viu só? A etiqueta está aí para tornar sua vida mais simples.
É para melhorar esse mundo cheio de egoísmo e arrogância que vamos usar e abusar da etiqueta e seus preceitos. Não dá para ser elegante sem ser genuinamente gentil



















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